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Como comprar criptomoedas no Brasil: um guia prático 2026

By: gcg|Updated: 2026-08-14

Para quem está decidindo entre entrada via Pix, corretoras nacionais como Mercado Bitcoin e exchanges internacionais: compare taxas e entenda como o cashback de indicação muda o custo real.

O Brasil tem uma das regras mais claras para cripto na América Latina — a Lei 14.478/2022 — e um sistema de pagamento, o Pix, que torna a entrada instantânea e quase gratuita. Isso dá ao brasileiro caminhos incomumente suaves para comprar cripto. A verdadeira pergunta não é se dá para comprar, mas se você está pagando caro demais.

Resumo

Para a maioria dos brasileiros, o caminho mais barato é uma exchange internacional com entrada via Pix, cadastrada com um código de indicação que devolve parte das taxas. Corretoras nacionais como Mercado Bitcoin são convenientes para pares em BRL e ativos tokenizados, mas as taxas maker/taker são maiores e normalmente não oferecem o mesmo cashback. O melhor arranjo costuma ser: Pix na entrada + exchange internacional + cashback.

O que importa aqui

O Pix torna a entrada em BRL instantânea e quase gratuita no Brasil
A Lei 14.478/2022 dá ao Brasil um marco legal claro para cripto
Mercado Bitcoin é a maior corretora nacional, mas cobra taxas maiores
O cashback de indicação em uma exchange internacional costuma superar as taxas locais

Pix primeiro, depois escolha a corretora

Quase toda plataforma de cripto no Brasil aceita Pix, que liquida em segundos e costuma ser gratuito ou quase gratuito. Isso remove o maior atrito que a maioria dos mercados enfrenta. Com o Pix conectado, a escolha vira: uma corretora nacional como Mercado Bitcoin (fundada em 2013, 3M+ de usuários, mas cerca de 0,30% maker / 0,70% taker) ou uma exchange internacional onde um código de indicação devolve boa parte da taxa.

A diferença de spread e taxa cresce rápido para quem opera com frequência. Um cashback de 20–80% em uma exchange internacional, aplicado a cada operação, costuma ser o fator decisivo quando a conveniência do Pix se iguala.

Corretora nacional vs internacional: o que realmente muda

A Mercado Bitcoin se destaca pela profundidade em BRL, suporte local e ativos tokenizados (títulos, imóveis) que você não encontra em outro lugar. As exchanges internacionais se destacam por taxas menores, livros de oferta mais profundos nas principais moedas e cashback de indicação. Nenhuma é universalmente melhor — o arranjo eficiente é manter a entrada em BRL via Pix e direcionar a maior parte das operações para a plataforma de menor taxa e com cashback.

A infraestrutura do Pix já resolve a parte mais difícil de comprar cripto. A decisão restante é para onde vão suas taxas. Usar uma exchange internacional cadastrada com código de indicação costuma ser o caminho mais barato para quem opera mais do que ocasionalmente.

Perguntas frequentes

Cripto é legal no Brasil?

Sim. Comprar, vender e manter cripto é legal. A Lei 14.478/2022 é o principal marco, e o Banco Central do Brasil supervisiona os provedores de serviços de ativos virtuais.

Consigo comprar cripto com Pix?

Sim. Quase todas as plataformas brasileiras aceitam Pix, que liquida em segundos, geralmente de graça ou com custo muito baixo.

Mercado Bitcoin ou exchange internacional?

A Mercado Bitcoin é forte em suporte local em BRL e ativos tokenizados, mas uma exchange internacional com cashback costuma ser mais barata para operações frequentes. Muitos usam as duas.

Como comprar criptomoedas no Brasil 2026: Pix, BRL, corretoras nacionais e internacionais | Crypto Referral Hub